domingo, junho 25, 2006
sábado, junho 24, 2006
Conferência - 30.06.2006
O Instituto da Conferência realiza no próximo dia 30 de Junho, pelas 21,30 horas, no Auditório do Museu Soares dos Reis, no Porto a conferência “As Novas Fonteiras do Direito” em que é Conferencista o Sr. Dr. José Narciso Cunha Rodrigues.
segunda-feira, junho 19, 2006
Os Abalos na Justiça
A Justiça, analisada de forma diplomata e apaziguante pelo Bastonário Rogério Alves revela-se um mapa de crises, conflitos entre actores, lutas de egos tudo perspectivado a partir da sua finura positiva, aliás se todos os agentes judiciários tivessem o seu bom senso, concerteza que os problemas seriam bem menores, contudo a realidade supera a ficção.ARTIGO DE OPINIÃO PUBLICADO NA ÚLTIMA EDIÇÃO DO EXPRESSO
O Fim do Templo Fechado?
O acesso ao Diário da República (DR) electrónico passa a ser público e gratuito a partir de 1 de Julho, com possibilidade de impressão, arquivo e pesquisa de todos os documentos, segundo o Decreto-Lei n.º 116-C/2006 de 16 de Junho. Conferência "A Legislação do Trabalho nos Países de Língua Portuguesa"
Conferência - A Legislação doTrabalho nos Países de Língua Portuguesa - 22 de Junho
PROGRAMA:14h30 – Acolhimento dos Participantes
15h00 – Sessão de Abertura
Dr. Jorge Marques – Presidente da APG - Associação Portuguesa dos Gestores e Técnicos dos Recursos Humanos
INTERVENÇÕES
15H15 – Dr. Paulo Bárcia – Director do Escritório da OIT em Lisboa
15h30 – Prof. Dr. Jorge Bacelar Gouveia – Professor da Faculdade de Direito da Universidade Nova de Lisboa
16h15 – Pausa Café
16h30 – Prof. Dr. José João Abrantes – Professor da Faculdade de Direito da Universidade Nova de Lisboa
17h15 – Debate
DIA/HORA/LOCAL Lisboa, 22 de Junho 2006 (5ª feira) > Das 14h30 às 17h30 > Hotel Real Palácio na Rua Tomás Ribeiro, 115, Lisboa
VALORES DE INSCRIÇÃO
Sócios Efectivos e Colectivos - 80,00€ + 21% IVA = 96,80€
Não Sócios - 100,00€ + 21% IVA = 121,00€
A referida colectânea também poderá ser adquirida na Livraria da APG.
sexta-feira, junho 16, 2006
O Pós-Modernismo Jurídico
Pior, o fim da pedagogia jurídica com o terminar das prédicas supra-partes.
Apartir de Outubro todas as testemunhas de processos cíveis - como cobranças, indemnizações ou divórcios - poderão depor por escrito, desaparecendo a obrigatoriedade de se deslocarem ao tribunal. (...)
Esta novidade vem referida no Decreto-Lei n.º 108/2006, publicado a 8 de Junho no Diário da República, e insere-se num leque alargado de inovações na justiça cível. Destaca- -se o poder atribuído ao juiz de aplicar a vários processos uma mesma decisão - a que o novo diploma chama de "actos em massa". O magistrado vai poder, inclusive, julgar de imediato uma causa, após tomar conhecimento dos autos, à laia de processo sumário. Basta que concorde com as alegações de uma das partes em litígio, sem mais fundamentos.
Esta "revolução", por enquanto só aplicável às acções declarativas e aos procedimentos cautelares entrados a partir de 6 de Outubro de 2006, estará em vigor de forma experimental nos próximos dois anos apenas nos tribunais de maior movimento - que o Ministério da Justiça (MJ) ainda vai indicar. Os litigantes que apresentem acções judiciais em conjunto vão usufruir de benefícios nas custas judiciais. (...)
À luz do diploma, os juízes serão mais do que julgadores. Serão também gestores do processos. Poderão, nomeadamente, agregar vários casos e tomar uma só decisão que a todos afecte. Poderão, depois, voltar a separá-los e decidir distintamente sobre cada um. Este princípio é também aplicável a processos distribuídos por diversos juízes. Caberá à secretaria informar sobre quais podem ser agregados. Esta diligência deverá realizar-se a pedido das partes ou por iniciativa de um magistrado. O juiz passa, portanto, a poder praticar "actos em massa", bastando que exista um elemento de conexão entre as acções. O novo diploma "mitiga" também o formalismo. "Se as regras não se ajustarem ao fim do processo, o juiz pode deixar de praticar um determinado acto ou substituir esse acto por outro mais apropriado", explicou o MJ. Ou seja, são as regras para o processo e não o contrário.
Outra das inovações tem a ver com as sentenças. As decisões passam a ser genéricas, em vez de textos carregados de fundamentos de direito. O juiz só terá de anunciar o vencedor da causa, informando, se quiser, que concorda com os argumentos que o mesmo apresentou.
Esta tarefa será mais facilitada se as partes apresentarem a acção em conjunto, com os factos identificados, litigiosos ou não, e com posições de direito já assumidas. Nestes casos, o juiz poderá decidir imediatamente a causa.(...)
segunda-feira, junho 12, 2006
O Livre Advogar, Profissão em Risco
Mais do que criticar a atitude da Ordem, o acórdão do Tribunal de Miranda do Douro, arrasa o procedimento da Justiça que deveria atempadamente ter travado o processo."Mal andam pois os tribunais quando aqueles que primordialmente se encontram investidos na função de colaboradores da Justiça se limitam a verter, de forma acrítica , factualidade em despachos de acusação, sujeitando os arguidos infundadamente a julgamento", considera o acórdão."
FONTE: JN ONLINE
quarta-feira, maio 31, 2006
Lex Lecture
Regulamento de Inscrição de Juristas de Reconhecido Mérito, Mestres e Doutores em Direito, para a Prática de Actos de Consulta Jurídica
Contratos Financeiros à Distância
Lei Quadro da Política Criminal - Lei 17/2006Programa Legislar Melhor - Resolução nº63/2006
Hasta cuándo? "Aponta-se, com acerto, à falta de meios materiais e humanos nos Tribunais - tendo em conta os arquétipos do sistema judicial implementado -.(..) Jorge Langweg in Blog Oficial da Lista B
PARECER DO CONSELHO DISTRITAL DO PORTO DA OA "sobre incompatibilidade do exercício da advocacia com o cargo, funções e actividades de vereador de Câmara Municipal e declarações de voto emitidas."
terça-feira, maio 30, 2006
Penal Pós-Moderno
Outra das mudanças diz respeito à possibilidade de um tribunal português aplicar lei estrangeira, no caso dos crimes terem sido cometidos por cidadãos portugueses em território estrangeiro e em que a lei desse país lhes é mais favorável.(a sociedade relativista importada)
O crime continuado deixa de poder ser aplicado quando os bens jurídicos afectados são claramente pessoais e as acções dirigidas contra várias pessoas. Por outro lado, o novo código prevê a punição de pessoas colectivas (empresas ou associações) quando estejam em causa crimes como poluição, tráfico de pessoas, tráfico de influência, maus-tratos, de entre um catálogo de cerca de 40 crimes.
Para além das penas alternativas à prisão, como a vigilância electrónica ou a suspensão da actividade profissional, Rui Pereira falou ainda da introdução de novos crimes, como as relações sexuais pagas com menores até aos 18 anos, a posse da pornografia, o alargamento do conceito de violação e a importunação sexual, crime dirigido ao exibicionismo ou ao apalpão."(os falsos puritanismos)
Fonte: JN ONLINE
domingo, maio 28, 2006
N - Lex
Site Experimental
domingo, maio 14, 2006
A Lusofonia Laboral

Quem quiser adquirir o livro directamente pela Internet pode fazê-lo através do site da Coimbra Editora em www.coimbraeditora.pt ."
quinta-feira, maio 11, 2006
Uma Pedrada no Charco?
Segundo o acórdão do TC, os sete dirigentes do PS e do PSD foram multados, cada um, no valor de 2.339,40 euros(correspondente a sete salários mínimos nacionais), devido a várias irregularidades, como a falta de uma contabilidade a abranger todas as estruturas partidárias e ainda por insuficiências de organização e inventário do património dos partidos."
FONTE: PRIMEIRO DE JANEIRO
A responsabilização dos agentes políticos é dos assuntos que mais devemos reforçar no futuro porque é a decência da democracia que está em jogo e é de conhecimento geral que são zonas nebulosas da actuação pública, portanto mesmo que seja pelo simbolismo, que seja frondosa a implementar correcções nessa participação.
quarta-feira, maio 10, 2006
Jornadas Europeias do Notariado
O Notariado do Séc. XXI – Desafios da Modernidade
11 Maio 2006 - Pavilhão de Portugal, Parque das Nações
Programa
9h30 Sessão de Abertura
Presidida pelo Ministro da Justiça, Dr. Alberto Costa
10h00 Branqueamento de Capitais
Dr. António Vitorino. Ex-Comissário Europeu da Justiça
10h20 A intervenção do Notário na luta contra o Branqueamento de Capitais e a
Fraude Fiscal
Me. Jacques Delvaux. Presidente da Conferência dos Notariados da União Europeia
- CNUE
10h40 A mais valia da actividade notarial na Nova Europa
D. Juan Bolás Alfonso. Notário. Ex-Presidente do Consejo General del Notariado.
11h00 Pausa para café
11h15 “A intervenção do Notário é uma vantagem para o cidadão e para as
empresas”
Prof. Christian Helmenstein. Economista, Institute for Advanced Studies (IHS),
Viena. Licenciado em Economia e Gestão pela Universidade de Colónia. Doutorado
pela Ruhr-University Bochum
11h35 Controlo da Legalidade e Segurança Jurídica
- Me. Paolo Piccoli. Presidente do Consiglio Nazionale del
Notariato
- Me. Roberto Barone. Notário em Itália e Conselheiro Nacional
para as Relações Internacionais
12h05 O papel das Novas Tecnologias na Autenticação
Me. Bernard Reynis. Vice-presidente do Conseil Supérieur du
Notariat
13h00 Almoço
15h00 O Notariado Português numa Sociedade Moderna. Serviço Público, Controlo da
Legalidade e utilização das Novas Tecnologias.
D. Francisco Javier García Más. Representante da Direcção Geral
dos Registos e do Notariado do Ministério da Justiça de Espanha.
15h20 O papel do Notário na prevenção da criminalidade
Dr. António Ventinhas. Representante do Sindicato dos Magistrados
do Ministério Público
15h40 As Novas Tecnologias – Assinatura Digital
- Dr. Pedro Dias. Advogado, Uría Menéndez
- Dr. Luís Cabrita. Presidente da Prológica
16h10 A intervenção do Notário como uma mais valia no combate à Fraude e à
Evasão Fiscal
Dra. Maria Angelina Silva. Subdirectora Geral da DGCI, Área dos
Impostos sobre o Património
16h30 Pausa para café
16h40 A importância do Documento Autêntico na transmissão e constituição dos
Direitos Reais. Controlo da Legalidade.
- Mestre Mónica Jardim. Faculdade de Direito da Universidade de
Coimbra
- Prof. Doutor José González. Faculdade de Direito da Universidade
Lusíada
17h10 Sessão de Encerramento
Dr. Joaquim Barata Lopes. Bastonário da Ordem dos Notários
segunda-feira, maio 08, 2006
Quem nos Medeia Disto?
O ministro participou num seminário em Lisboa que encetou um debate que o governo quer ver concluído até ao final deste ano. À semelhança do que acontece noutros países da Europa, Alberto Costa defende que profissionais de diferentes àreas possam vir a ter acesso à magistratura. Por exemplo, economistas ou sociólogos poderão receber formação adequada, tornando-se depois juízes ou magistrados do Ministério Público. A ideia avançada pelo governo pretende dar início à discussão pública sobre a reforma do acesso à magistratura. A própria directora do Centro de Estudos Judiciários defende que, perante a conflituosidade social, a formação dos magistrados deve ser mais abrangente. O Governo acredita que até ao final do ano terá pronta uma proposta legislativa."
RETIRADO DA SIC ONLINE
"Formação adequada" transformará simples cidadãos em juízes tecnicamente abonados para a investidura das funções judiciais? Perdão, mas é brincadeira de 1 de Abril? Só pode. Já agora acabe-se com o martírio do curso de Direito, transforme-se os códigos adjectivos numa súmula única ensinada na primária e adiante o fim da justiça pública.
As Fitas Regradas
O CINEMA E A JUSTIÇA
Festival de Cinema no Porto – 5 de Maio a 1 de Junho de 2006
A Associação Jurídica do Porto (AJP) vai promover, de 5 de Maio a 1 de Junho, um festival de cinema de forma a permitir e potenciar a discussão pública do conteúdo de filmes com especial relevância social e jurídica. A iniciativa visa proporcionar aos seus intervenientes vários olhares cruzados sobre temas que dizem respeito a todas as pessoas , independentemente da sua ligação ao direito. Nessa medida o modelo passa pela escolha de filmes com reconhecida valia cinematográfica, que depois irão ser analisados num pequeno texto (entre 15 a 20 páginas) por quatro especialistas de áreas distintas: um cinéfilo, um jurista, e dois especialistas de ciências sociais relacionadas com essa temática. Esses textos serão posteriormente publicados em livro, editado pela Coimbra Editora, intitulado “A Justiça no Cinema”, antecedidos de uma sinopse do argumento, ficha técnica do filme e cópia do respectivo cartaz.
Assim, a AJP tem a honra de convidar V. Exa. para assistir aos filmes e para participar no debate das questões associadas.
A exibição dos filmes terá lugar, na Sala Bebé do Cinema Batalha, sempre às 19h30, com intervalo p/ jantar no local e será seguida de um debate pelas 22h00, com os convidados e aberto à intervenção do público.
Programa:
05Maio06 Vontade Indómita
Debate: Guilherme Figueiredo (cinéfilo) Vasco Morais Soares (arquitecto); Ricardo Pimenta (arquitecto), Manuel Pina (Jornalista)
11Maio06 Match Point
Debate: Paula Faria (Professora universitária), Roma Torres (Psiquiatra), Almeida Pereira (Procurador da República) Gil Carvalho (coordenador PJ), Jorge Velhote (escritor)
18Maio06 Mar Adentro
Debate: Luísa Neto (professora universitária); Lauro António (cineasta); Bento Amaral (enólogo); Laurinda Alves (jornalista); Padre Vasco (companhia de Jesus), Daniel Serrão (médico e professor universitário).
25Maio06 O Júri
Debate: Cristina Xavier da Fonseca (magistrada judicial) Cristina Queirós (professora universitária), Teixeira Lopes (sociólogo), José Carlos Oliveira (cineasta)
1Junho06 Relatório Minoritário
Debate: José Meirinhos (filósofo); Carlos Melo Ferreira (professor); Mouraz Lopes (magistrado judicial), Maia da Costa (Procurador Geral Adjunto)
Mais se informa que os bilhetes se encontram à venda no local, sendo:
- Geral = 3 euros
- Associados da AJP e do Cineclube do Porto e estudantes = 2 euros
terça-feira, maio 02, 2006
Semana do Comércio Electrónico
Este Seminário resulta de uma parceria com a Área Científica de Direito do Instituto Politécnico de Beja http://www.estig.ipbeja.pt/~ac_direito/ e conta com a colaboração da Rede europeia LEFIS - LEgal Framework for the Information Society http://www.lefis.org e da ANDCE Asociación Andaluza de Comercio Electrónico http://www.andce.es/.
Adicionalmente, o Conselho Distrital de Évora da Ordem dos Advogados atribuiu 60 u.c. aos participantes neste evento.
domingo, abril 23, 2006
Os Pirómanos na Floresta "Negra" da Justiça Portuguesa
Atendendo à área ardida na Justiça, desde que este Ministro é Ministro, não se vislumbra outra solução ao PM, que de bombeiro não tem conhecido perfil político, a não ser reformular a Floresta, recorrendo a um novo rumo.
Por melhor que queira ser, se se faz mal para o fazer e se esse mal é muito, o bem será sempre pouco para ser amenizante.. Confusos? Analisem a Justiça Portuguesa e vislumbrem que desde férias pouco estudadas, até a currículos com selecções macaenses na penumbra, passando por sacralizações do judiciário até à sua milagrosa ausência de erro, tudo é possivel nesta parafernália de heróis lusitanos.
Quando dois pratos da balança se desiquilibram mutuamente, que poderão fazer os singelos fiéis? Virar costas ou substituir os pesos?
sábado, abril 22, 2006
Conferência Internacional sobre a Constituição
10 horas – Sessão de abertura