Um Parto Difícil para o Óbvio
Quinta-feira, Junho 30, 2005
1. A entrega electrónica do requerimento executivo passa a ser feita exclusivamente através da aplicação informática.
2. Também o Ministério Público passa a enviar o requerimento executivo através da aplicação informática H@bilus.
3. Os dados respeitantes aos intervenientes no processo, constantes do requerimento executivo electrónico, passam a entrar automaticamente na aplicação informática das custas, com eliminação do trabalho correspondente.
4. Entra em funcionamento uma rotina informática que impede a designação de solicitador de execução, no requerimento executivo, quando este se encontre com a actividade suspensa ou interrompida.
II. As novas tecnologias ao serviço de uma penhora mais rápida e eficaz.
5. Acesso electrónico aos registos da Segurança Social.
6. Acesso electrónico dos solicitadores de execução aos registos de identificação civil.
7. Acesso electrónico dos solicitadores de execução ao Ficheiro Central de Pessoas Colectivas.
8. Acesso electrónico aos registos de automóveis, a título definitivo.
III. Formação, para melhor aplicar a Reforma da Acção Executiva.
9. Formação extraordinária para advogados e solicitadores de execução.
10. Garante-se igualmente, pelo Centro de Estudos Judiciários (CEJ), a formação de magistrados e outros profissionais que actuem no âmbito da acção executiva.
IV. Eliminar as dúvidas, os entraves e os bloqueios que hoje paralisam a acção executiva
11. Rigorosa delimitação das competências dos juízos de execução.
12. Todos os processos por autuar nas secretarias de execução de Lisboa e Porto serão autuados, o mais tardar até ao final de Novembro.
13. O problema da falta de solicitadores de execução em certas zonas do país será resolvido, pois todos os solicitadores passarão a praticar actos de execução em qualquer ponto do território nacional.
V. Mais tribunais e equipamentos para desbloquear a acção executiva
14. São instalados novos juízos de execução
15. É criado o depósito público de Vila Franca de Xira.
Juízos sem Juízes
RETIRADO DO DN
Para Inglês Ver
Quarta-feira, Junho 29, 2005
"Não nos parece a melhor opção a actualização para 150 euros. Seria melhor a descriminalização total, porque há formas alternativas de pagamento com cartões bancários", disse Rogério Alves perante a Comissão Parlamentar de Assuntos Constitucionais, Direitos, Liberdades e Garantias.
De acordo com o Bastonário, descriminalizar os cheques até aos 150 euros é uma medida "que não vai abrir grandes espaços de descongestionamento nos tribunais criminais", ao contrário do que foi também ontem defendido pelo ministro da Justiça, Alberto Costa." (..)
NOTÍCIA COMPLETA
Conferência no Porto, Dia 30 de Junho
Terça-feira, Junho 28, 2005
Da reparação do dano causado à vítima do crime em Processo Penal
Esta Conferência será proferida pelo Senhora Doutora Paula Ribeiro, Advogada e Professora na Faculdade de Direito do Porto da Universidade Católica e terá lugar no Auditório da AICCOPN, na Rua Álvares Cabral nº 306, no Porto.
Pequenos Lapsos ou Actos Falhados?
Quinta-feira, Junho 23, 2005
Notícia da TSF
No excelente blog Ciberjus é feita uma observação deveras pertinente, coloca-se a possibilidade de estarmos um acto falhado da Ministra.
Dá que pensar, mas hoje é noite de São João, por isso as considerações ficarão para outra colheita..
Abordagens Simplistas e Tendenciosas
retirado do Público
Quando as decisões dos tribunais vão ao encontro da estratégia política são válidas e merecem o aplauso, quando já não comungam dessa orientação são feridas de inconstitucionalidade. São os reflexos da politização da Justiça, que convém combater para salvaguarda do nosso regime democrático, pois quando os poderes se confundem..
Do Estado que Desmazela a sua Justiça
retirado do DN
"Em todo o país, os magistrados do Ministério Público estão em greve de zelo por tempo indeterminado. A decisão tinha sido aprovada no fim-de-semana na Assembleia-Geral de magistrados."(..)
retirado da TSF
100 Anos sobre o seu Nascimento
Quarta-feira, Junho 22, 2005

O livre arbítrio do homem foi comentado por Jean-Paul Satre da seguinte forma: "O homem está condenado a ser livre. Condenado porque não se criou a si próprio; e, no entanto, livre porque, uma vez lançado ao mundo, é responsável por tudo quanto fizer."
O Definhar da Dignidade
"A maioria dos tribunais encontra-se sem qualquer sistema de segurança. E se a situação sempre foi crítica, piorou em 2003 quando a antiga ministra da Justiça, Celeste Cardona, cortou nas despesas e reduziu a vigilância em 39 edifícios."(..)
NOTÍCIA RETIRADA DO DN
A Refutação das Afrontas
Conclusões do Parecer da ASJP
Evasões, Evasivas e Peritagens
Quando são parcos os investimentos nas prisões é natural que funcionem menos bem vários aspectos, inclusive os relacionados com segurança. E porque não reler o estudo da CEDERSP.
Leia a decisão.
Proposta de Lei sobre as Férias Judiciais
Terça-feira, Junho 21, 2005
Leia a proposta de Lei que reduzirá as férias judiciais e que tanta celeuma tem causado.
As Típicas "Reformas" Portuguesas
Segunda-feira, Junho 20, 2005
"A reforma do notariado previa que uma parte da receita perdida fosse compensada pela redução da despesa com pessoal e um aumento da receita em IVA e imposto de selo. Um argumento que para o Governo não colhe "Uma vez que a esmagadora maioria dos funcionários irão continuar no sector público, a eventual redução da despesa não acompanha, de todo, a quebra acentuada das receitas." Um exemplo; os privados pagam 10 euros ao ministério por cada escritura de compra e venda, contra os 175 euros cobrados pelos cartórios públicos, que revertiam integralmente para o Estado."
1ª Noticía do DN
2ª Noticía do DN
Eis a prova da constante inconsenquência das reformas operadas no País, prejudicando tudo e todos mas em que naturalmente a responsabilidade morrerá solteira. E para que não se instale a sensação que estamos abandonados eis que é anunciada nova Reforma, qual promoção de estação. A impotência perante este cenário recorrente chega a ser fomentador de psicoses, assim como sempre, que nos valha o relativismo bem humorado tipicamente luso.
As Decisões Tomadas pelos Magistrados do MP
Considerando que:
- Os magistrados do Ministério Público reafirmam a sua confiança nos princípios e no funcionamento do Estado democrático e na capacidade da democracia, e sabem melhor que ninguém, pelo próprio desempenho das suas funções, que o princípio da igualdade de todos os cidadãos é um alicerce essencial da democracia portuguesa;
- Os magistrados do Ministério Público conhecem as profundas deficiências e insuficiências de todo o sistema judiciário e da organização dos tribunais e estão dispostos a participar e colaborar activamente nas profundas alterações necessárias para a modernização do Estado no sector da administração da justiça;- As recentes medidas anunciadas pelo Governo têm sido apresentadas como podendo alterar e degradar o estatuto socioprofissional e económico da magistratura e, mais concretamente, do Ministério Público;
- O MJ não tomou ainda a iniciativa de, por qualquer forma, informar e esclarecer o CSM e o CSMP bem como os representantes associativos dos Juízes e do Ministério Público sobre o alcance das referidas medidas;
- Pelo contrário, todas as tomadas públicas de posição do MJ se têm pautado por uma aparente agressividade e animosidade para com todos os que trabalham nos tribunais: magistrados, advogados e funcionários;
- O estatuto das magistraturas está indissociavelmente ligado às condições materiais e sociais do desempenho sereno, distanciado e independente das funções de Justiça, nelas se incluindo, obviamente, as do Ministério Público;
- Tal estatuto foi sendo desenhado e construído, com esse fim específico, por todas as forças políticas representativas do regime democrático com assento parlamentar;
- Nunca tais forças o consideraram portador de privilégios incompreensíveis e fautor de injustiças e desnecessárias desigualdades relativamente a funções e carreiras públicas ou privadas de equivalente importância nacional e democrática;
- A necessidade actual de esforços e sacrifícios por todos repartidos – que se reconhece – deve, no entanto, apontar, exclusivamente, para opções temporariamente mensuráveis e soluções que não signifiquem a destruição definitiva desse estatuto e do seu quadro de referências;
- Essa destruição, a verificar-se, poria em causa a qualidade futura do recrutamento e o quadro de referências ligado às condições de exercício material das funções da magistratura.
Delibera:
- Repudiar a forma demagógica como foram apresentados os problemas de justiça pelo actual Governo, cingindo-os aos alegados benefícios dos magistrados e às férias judiciais
- Mandatar a Direcção do SMMP para, junto de todos os órgãos de soberania e forças políticas e sociais, esclarecer e informar as apreensões que uma possível concretização cega e destrutiva da anunciada política do governo sobre o estatuto das magistraturas pode ter nas condições de exercício normal das funções judiciais;
- Mandatar a Direcção para coordenar aquela sua incumbência com as que Juízes, advogados e funcionários venham a desenvolver no mesmo sentido;
- Propor – sendo necessário – àquelas estruturas representativas uma iniciativa colectiva de demonstração do que pode resultar da descaracterização do estatuto socioprofissional das magistraturas;
- Exigir, porque a preocupação dos magistrados do MP é o cumprimento pelo sistema de justiça das suas funções constitucionais, que sejam tomadas as medidas necessárias a um melhor e mais eficaz funcionamento do sistema de justiça, ao nível da organização judiciária, da formação, da gestão de quadros e da modernização que dependem exclusivamente do poder legislativo e executivo sobre as quais não se conhece qualquer iniciativa;
- Mandatar a Direcção do SMMP para – sendo necessário – decretar todas as formas legais de luta, incluída a greve, caso se verifique que o essencial do estatuto socioprofissional económico das magistraturas e concretamente do Ministério Público serão postos em causa definitivamente.
Texto retirado do site do SMMP
As Decisões Tomadas pelos Magistrados Judiciais
b) Proceder à marcação de audiências e outras diligências de modo a reservar o tempo necessário para a execução do despacho de expediente e prolação de decisões;
c) Nesse sentido, e sendo caso disso, proceder ao reagendamento ou adiamento de diligências já marcadas.
b) O cumprimento das recomendações do Provedor de Justiça, quanto à correcção das inconstitucionalidades que afectam o estatuto profissional dos Juízes;
c) A manutenção do subsistema de saúde inerente aos SSMJ;
d) A manutenção do estatuto da jubilação;
e) A aprovação da Lei Orgânica do Conselho Superior da Magistratura.
10. Mandatar a Direcção Nacional para diligenciar pedido de audiência urgente ao MJ, conjuntamente com o SMMP, OA e o SFJ, a fim de expor o desagrado e a preocupação dos profissionais do foro quanto ao agravamento das condições do funcionamento da Justiça.
Retirado do site da ASJP
Águas Agitadas
Quinta-feira, Junho 16, 2005
António Raposo Subtil, presidente do Conselho Distrital de Lisboa da OA, que já no passado acusara os governos precedentes de fazerem "uma análise demagógica" dos problemas da Justiça, apontou também o dedo a Alberto Costa. "Procuram as causas, mas não tomam atitudes de poder", conclui.(..)
Noticía completa
Consequências da Inoperância Governativa na Justiça
Quarta-feira, Junho 15, 2005
"Cria-se no âmbito do Ministério da Justiça um 'grupo de reflexão' constituído por 23 personalidades. Mas esse debate decorre sem um único elemento oriundo da magistratura, e completamente à margem dos Conselhos Superiores." (..)
Excertos da nota da direcção da ASJP
Atendendo ao marasmo pensante reinante no Ministério da Justiça é de prever que o panorama de desconfiança do meio judicial aumente ainda mais, originando que um dos pilares do Regime Democrático agonize pela falta de rumo certo.
Tudo consequência de guerras que o Ministro fez questão de comprar com os profissionais do foro e que não servem a Justiça, mas os interesses daqueles que a querem colonizar de enfoques coincidentes com interesses parcelares e como no meio estão os "Poderes" Judiciais.. E a luta continua.
Na Senda da Luta pelos Direitos Humanos
Resto da Notícia
Começa a Luta pela Sobrevivência?
Os princípios interiorizados durante anos e anos pela ADVOCACIA PORTUGUESA, que fazem dela uma profissão de prestígio, de honra, de brilho, de orgulho, de bandeira, de exemplo, esses princípios, dizia, não podem ser revogados por decreto. É como se se legislasse que é «proibido morrer». Não é possível.
Os Advogados Portugueses são especiais. Não são delatores. Ainda que isso lhes custe processos criminais como os que foram já instaurados a vários Advogados ingleses, no Reino Unido, por incumprimento da Directiva de Branqueamento de Capitais.
E, pelo menos um, foi já condenado a pena de prisão efectiva, salvo erro, por 6 meses." (..)
Excerto do DISCURSO do Presidente do CDP da OA proferido em 31.05
Ingenuidades Discursivas perante os Media?
Terça-feira, Junho 14, 2005
O magistrado diz ainda que outro "disparate" da justiça é o patrocínio judiciário. "Há advogados que recorrem ao instituto para receberem os seus quantitativos.."
Alguém com responsabilidades não pode afirmar o que afirma, sem explicar o que entende por patrocínio judiciário, pois para ser um disparate não deve incidir concerteza sobre o direito constitucionalmente garantido de todos sem excepção terem acesso à Justiça e aos Tribunais. Deve ser outro entendimento, aquele que decorre da visão subjectivada.
Entrevista Integral ao JN
Passos Atrás, Passo a Passo
Deliberação do CDP tomada na sua última sessão
A figura do Patrono-Formador não escapou à crise da Justiça, não a crise monetária ou económica-financeira mas a crise de ideias para a Justiça. Quem perde não são só os estagiários , mas toda a colectividade.
É caso para perguntar num tom bem sonoro o que se pretende fazer com a Justiça? A gritante falta de rumo torna-se desesperante. Sem uma Justiça credível, eficaz, atempada, digna não há sociedade que resista, nem mesmo as perenes de 9 séculos.
A Expansão de Confrontos de Valores
Notícia integral do DN
Intemporalidades Lusitanas
Segunda-feira, Junho 13, 2005
Preâmbulo da Constituição de 1822
O Nascimento de Vénus por Boticelli
Domingo, Junho 12, 2005

Acção dos 'gangs' cresce 460% em 7 anos
Embora se trate de um tipo de delinquência tipicamente urbana, verifica-se o aumento do chamado crime spree, em que os mesmos autores cometem uma série de incidentes, do mesmo tipo e num curto espaço de tempo, em diferentes zonas geográficas, usando, em geral, viaturas furtadas. Este fenómeno está a evoluir desde o ano 2000, sendo alvos preferenciais os postos de revenda de combustível, lojas de equipamento informático e de telecomunicações e as grandes superfícies. Em 34 por cento das ocorrências, cujo alvo foi pessoas, os gangs usaram armas de fogo do tipo pistola/revólver, seguindo-se os sprays (27%) e armas brancas (25%).
À criminalidade grupal está associada a criminalidade juvenil (jovens entre 12 e 16 anos).(..)
NOTICÍA PUBLICADA HOJE NO DN
Efeitos da Desertificação na Justiça
São quase 100 os tribunais portugueses onde não se acumulam processos, o que não deixa de ser irónico porque, em outras instâncias, as pilhas de processos acumulados são uma constante.
Se parece pouco, o caso é ainda pior em mais de metade destas comarcas, que nem chegaram aos 300 processos.
O procurador-distrital defende que sejam extintas algumas circunscrições e agregadas outras, o que permitiria canalizar meios humanos para círculos onde os processos se acumulam.
Um novo mapa judicial permitiria redistribuir magistrados e oficiais de justiça e um iria proporcionar o descongestionamento de alguns tribunais.
O Mundo da Vida e o Direito
Retirado da obra de Victor Hugo "Os Miseráveis"
Demagogia de Cidadania
Sábado, Junho 11, 2005
ENTREVISTA DO BASTONÁRIO
Alternativas aos Usuais Alastram
Terça-feira, Junho 07, 2005
Depois do Justiça Restaurativa, novo espaço sobre temáticas ainda pouco divulgadas nos espíritos dos juristas portugueses, feitos Doutores no caldo rígido dos temas clássicos. Assim sendo, são lufadas de ar fresco bem vindas.
Um bem haja aos dinamizadores de tais desideratos
A Justiça Expurgada de Interesses Políticos
Segunda-feira, Junho 06, 2005
O estudo comparativo do CEPEJ, que aí se referencia, foi elaborado com base em dados estatísticos fornecidos pelos diferentes governos europeus, sendo no caso português alguns deles de duvidosa fiabilidade, a par de outros que constituem absoluta falsidade [v.g. a existência de 733 (!) juízes não profissionais em funções em Portugal].
O certo é que, ao invés do que se afirma naquele título, o Conselho da Europa não estabelece qualquer tipo de 'ranking' do funcionamento dos sistemas judiciários, e muito menos coloca o nosso país na cauda dessa hipotética classificação.
O tratamento jornalístico criterioso a que o 'Expresso' habituou os seus leitores teria justificado, neste caso, mais rigor e menos sensacionalismo. Por esta mesma lógica, qualquer dia teremos alguém a pretender estabelecer, por exemplo, uma relação directa entre a qualidade do jornalismo que se pratica em Portugal, e o nível de tiragens da nossa imprensa escrita, no contexto europeu."
Carta enviado ao EXPRESSO por Batista Coelho, Presidente da ASJP
Crimes contra a Realeza
"La Sección Segunda de lo Penal de la Audiencia Nacional juzgará a un ciudadano para quien el fiscal solicita 2.880 euros de multa por un delito contra la Corona, por gritar en plena calle insultos dirigidos al Rey "con el ánimo de vilipendiar y despreciar al mismo". Los hechos se produjeron el 14 de septiembre de 2004, cuando el acusado se encontraba en las inmediaciones de la plaza de la Villa de París. Ese día, el Rey comparecía en la sede del Tribunal Supremo con motivo del acto de Apertura del Año Judicial.
El acusado comenzó a proferir a gritos insultos y frases de menosprecio contra al monarca "hasta que fue retirado por las fuerzas de Orden Público". Estos hechos constituirían un delito contra la Corona previsto y penado en los artículos 490 y 491 del Código Penal por el que procede imponer al acusado una pena de ocho meses de multa, fijándose una cuota diaria de 12 euros más las costas."
As Cruzadas Portuguesas contra o Défice
Sexta-feira, Junho 03, 2005
Desta forma, o salário convencional mínimo de desconto dos trabalhadores independentes (ou seja, o valor mínimo que estes trabalhadores podem declarar para efeitos de aplicação da taxa) passa de 1 para 1,5 do valor da retribuição mínima mensal garantida (RMMG), antigo salário mínimo nacional. Ou seja, na prática, é eliminado o actual primeiro escalão.
Para os trabalhadores independentes com rendimentos mais baixos, eleva-se de 12 RMMG para 18 RMMG o valor do rendimento anual em que se permite o pagamento de contribuições sobre valores inferiores.
Segundo o Executivo, esta medida vai aproximar as remunerações convencionais de desconto para a segurança social dos trabalhadores independentes das remunerações reais, tendo em conta que há declaração generalizada de remunerações abaixo dos valores reais, o que prejudica a situação contributiva da segurança social.
Poderes e Contra-Poderes em Solo Lusitano
Retirado do texto do Dr. Joel Timóteo Ramos Pereira, com o título "Conclusões Viciadas" e na qual o conhecido autor tece algumas considerações acerca do polémico estudo do Conselho da Europa.
Política à Espanhola
Quinta-feira, Junho 02, 2005
A segurança rodoviária em Espanha é prosseguida com pequenos passos num sentido de auto-responsabilização e não por caminhos tortuosos de agravamento de penalizações. Para adultos infantilizados somente um Estado Paternal para mostrar a redenção..
Conferência no Porto, Dia 6 de Junho
Será orador o Dr. António Montalvão Machado, Advogado e Deputado, e terá lugar no Auditório da AICCOPN, na Rua Álvares Cabral nº 306, no Porto.
Ainda sobre os Julgados de Paz
No Julgado de Paz de Lisboa, criado há três anos em Telheiras, mas que só passou a ter competência para todas as freguesias da capital em Outubro de 2003, deram entrada cerca de mil processos, onde 70 por cento dos casos estão a ser resolvidos por acordo entre as partes num período que, em média, não ultrapassa os 60 dias.
Dos casos resolvidos, 30 por cento foi conseguido através da mediação (por exemplo, intervenção de um mediador que pode ter outra formação que não em Direito) e 40 por cento por conciliação do juiz do Julgado de Paz de Lisboa, onde trabalham nove pessoas no total."
Retirado da Capital
Os Constantes Relacionamentos Problemáticos
Retirado do Comunicado da ASJP confirmando o mau ambiente entre Juízes e o Poder Executivo
O Tempo Urge por Mudanças
Quarta-feira, Junho 01, 2005
Alberto Costa indicou ainda que “na ordem das prioridades deste Executivo está a acção executiva, área em que o Governo herdou 100 mil processos por autuar”, explicou o ministro da Justiça. Algumas das medidas pensadas para acabar com o entupimento e bloqueamento da acção executiva, um problema apontado pelo sector , terão efeitos “imediatos”, enquanto que outras só terão resultados visíveis até final do ano.
O grupo de reflexão, que teve a sua reunião de estreia ontem, integra “notáveis” ligados a várias áreas, como Boaventura Sousa Santos e Nuno Garoupa, os professores Costa Andrade, Fausto Quadros, José Lebre de Freitas, Robin de Andrade, Menezes Cordeiro e o constitucionalista Vital Moreira. Da lista deste “Círculo Informal de Reflexão” constam ainda o ex-bastonário dos advogados José Miguel Júdice, Miguel Galvão Teles e António Pinto Ribeiro.
O financiamento do sector da justiça e política criminal foram duas das matérias que também estavam agendadas para o debate, mas que acabaram por “ficar adiadas para a próxima reunião em Setembro”, confirmou o titular da pasta.
Também o novo mapa judiciário, o sistema de recursos e reformas da justiça Penal e Cível são questões que ficaram adiadas para as próximas reuniões.(..)
Principais problemas
Retirado do DE
Vício: Incompetência
RETIRADO DO DISCURSO DO PRESIDENTE DO STJ NA CERIMÓNIA DE TOMADA DE POSSE DO VICE-PRESIDENTE DAQUELE TRIBUNAL